Minhas unhas de cores vibrantes
Hoje como nunca
Correm no teclado negro de letras brancas já sumidas
Gosto de escrever e saber que as letras estão naquela antiga ordem
Das máquinas de escrever
Isso soa a boemia, de antigos tempos
Em que um outro eu, numa outra época
Estaria ouvindo jazz
Batendo os pés
Fumando um cigarro
Trocando a fita da máquina de escrever
Em altas horas da madrugada que custa a passar...
A nostalgia me relembra o que nunca esqueço...